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terça-feira, novembro 15, 2005

Red Wine

Eles eram muitos e jantavam na mesa ao lado da minha, quase todos de cabelo amestrado a gel e crocodilo no mamilo (Lobo Antunes citando Alexandre O'Neill na metade lacoste da frase). Elas eram giras e, não sendo muitas, pareciam. A meio da refeição, um braço fora de sítio derruba duas garrafas e o vinho espalha-se na toalha e nas roupas. Cria-se então um certo embaraço neles e nelas, enquanto olham, espantados, as manchas arroxeadas de tinto nos tecidos e evitam pisar, com os delicados pés, os pedaços de vidro que cobrem o chão. Um certo desconforto de quem chega à taberna pela porta do palácio.

Daniel M.