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terça-feira, setembro 12, 2006

O verso que aparece como título destas últimas fotos é roubado a um poema do Ruy Belo, um daqueles poemas onde a pátria é desancada sem pudor. «No meu país não acontece nada / à terra vai-se pela estrada em frente / Novembro é quanta cor o céu consente / às casas com que o frio abre a praça». E por aí fora, sempre com as palavras bem afiadas . No entanto, eu gosto daquele verso assim sozinho. Julgo até que não se pode ser mais generoso ao falar do rectângulo de terra que nos sobra. De agora em diante quando me perguntarem de onde sou, eu terei finalmente a resposta certa: Portugal, o país que o mar não quer. Às vezes perguntam-me essas coisas.