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segunda-feira, dezembro 04, 2006

I'm like everybody. My life is like an air-traffic controller. Moments of boredom broken up by moments of sheer terror.

Para ler uma entrevista recente do Tom Waits, dei quatro libras e umas moedas pela edição de Dezembro da revista The Word e um cd colado na capa como se fosse um presente. Não me arrependi. Só estes dois nacos valem, assim por alto, umas vinte libras, duas sandes de presunto e meia centena de conversas na esplanada com a Simone de Oliveira ou outra qualquer figura do mundo das cantigas:

«You like places in songs, don't you? Minneapolis, Kentucky Avenue. On this album you've got Elkhart, Indiana (..). My theory is that if you're going to make a song it's like packing someone a lunch. You've got to give me weather, a name of a town, you've got to give me something to do and something to eat.»

«Somebody told me if you're stuck in a song and you can't move, take out the best lines. Get rid of them. Now finish it. That's a good advice.»

A primeira destas citações é magnífica mas não passa de uma metáfora bem gizada sobre a escrita de canções. Por outro lado, esta última (apesar de ser vizinha da anterior e menos brilhante) pode muito bem sair à rua com outros sapatos. É que também na vidinha não basta deitar fora apenas o que é supérfluo, inútil ou irrelevante. Às vezes é preciso deixar coisas boas, importantes (as melhores até) para poder prosseguir. Levar uma canção até ao fim.