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quarta-feira, maio 02, 2007

Cheeseburger

Se a Europa é o continente da memória e da casa, a América funciona como o lugar da esperança, do desconhecido, da terra que se deseja encontrar depois do oceano e das tormentas ou após deixar a língua e os móveis do outro lado da fronteira. Nem Bush nem Al Gore são para aqui chamados, lamento. Nas canções de amor é a América que surge como metáfora e isso, se formos justos, não é nenhuma surpresa: o mais importante é aquilo que somos mas o que queremos é do outro lado que está.

Este texto sem exemplos seria uma miséria (ainda maior). Não preciso de inventar nada porque Jacques Brel («Madeleine») canta assim:

Madeleine c'est mon Noël
C'est mon Amérique à moi


E Caetano («Elegia») canta assado:

Deixa que minha mão errante adentre
Atrás, na frente, em cima, em baixo, entre
Minha América, minha terra à vista
Reino de paz, se um homem só a conquista
Minha mina preciosa, meu império
Feliz de quem penetre o teu mistério