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segunda-feira, março 31, 2008

Língua de Gato



Não tarda nada venho cá falar deste livro que não só é bom (o texto) como é muito bom (o traço). Eu sei que por se tratar de banda desenhada há quem torça o nariz mas isso não importa, a literatura também usa sapatilhas. Por mim, tudo certo, dispenso sem remorsos os salamaleques à alta cultura; eu até gosto de policiais, futebol e era bem capaz de casar com uma senhora dona peixeira (o Bolhão vai fechar, tenho de ser rápido) desde que ela não insistisse demasiado - na saúde e sobretudo na doença - em solha frita e não me gritasse, todos os dias, «é o amôre» (fresquinho) aos ouvidos, lá pelas seis da matina, antes do mundo se recompor. O ideal seria que não tivesse bigode nem um bosque nas axilas. E roubasse no peso da sardinha para me comprar queijo e jornais no mesmo mercado onde um dia nos teríamos conhecido, com o IVA a 16% e as ruas muito limpas.