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sexta-feira, agosto 22, 2008

Tudo pá piscina

Uma das crónicas do James Lawton, escrita durante estes Jogos Olímpicos, começa com uma história sobre Muhammad Ali, quando o lutador estava no pico da forma e usufruindo duma supremacia total, impiedosamente aniquiladora de qualquer ambição dos adversários. Conta Lawton que, nessa altura, um desses adversários terá sonhado que vencera Ali num combate e que, depois de acordar, terá corrido imediatamente para lhe pedir desculpa.

Esse pequeno episódio serve de mote para James Lawton dedicar os restantes parágrafos do texto a elogiar Michael Phelps, um nadador sem rival. Poderia, essa mesma história, servir de arranque a uma crónica sobre o fabuloso Bolt? Não me parece. Pelo menos: ainda não. Nem tudo é assim tão rápido, meu caro velocista.

Por estes dias, só em sonhos se pode vencer Bolt («na caminha», diria Marco Fortes) mas ainda ninguém lhe pedirá desculpa se, numa corrida imaginária, ele ficar mais atrás. Michael who? De certeza?