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quinta-feira, setembro 18, 2008

Para Chicago

O provérbio, e algumas pessoas, dizem-nos que «para grandes males, grandes remédios», mas nem tudo pode ser mudado pelo nosso ímpeto, vontade ou talento. Deve haver algum reputado filósofo que nos explique isso com detalhe, em cinco - ou mais - inatacáveis volumes de prosa. No entanto, duvido que consiga fazê-lo melhor do que o Ambrose Bierce nesta história:

«Uma Mulher Casada, cujo amante estava prestes a retractar-se, abandonando-a, arranjou uma pistola e matou-o.
- Por que o matou? - inquiriu um Polícia que passava por perto.
- Porque - respondeu a Mulher Casada - ele era um homem mau e tinha comprado um bilhete para Chicago.
- Irmã - disse solenemente um Homem de Deus mesmo ao lado dela -, nem sequer matando-os poderás impedir os maus de irem para Chicago.»