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quarta-feira, julho 15, 2009

Magníficos dias atlânticos

No final de Junho, dei o meu primeiro mergulho de mar do ano. Agora, já não preciso de esperar três horas para fazer a digestão (uma espera que, em miúdo, contribuía para triplicar o meu prazer em iraiágua) mas continuo a gostar de entrar no mar e, sobretudo, de sair do mar, que é uma sensação bestial. Para sair, contudo, é preciso mesmo entrar (não basta molhar os pés). Felizmente, este ano, não tive de encolher a barriga, repescar todo o calão disponível ou rezar pela genitália porque as águas atlânticas me receberam com uma temperatura amena e surpreendente, se atendermos ao facto de, nessa altura, eu me encontrar acima do paralelo 40 e não estar rodeado nem de crianças aflitinhas, nem de velhinhos incontinentes.

Esse banho em águas tépidas ocorreu, curiosamente, na mesma semana em que descobri que, aos vinte anos, eu sublinhara esta frase: «o sentimento não transige com termos médios».